Roberto Roland
Roberto Roland
Sócio da Juriativos.

Adicione à sua carteira o investimento que pode render acima do CDI, garantido pela Constituição.

É uma dívida que o próprio Estado reconhece e precisa pagar, comprada com desconto. Quem investe pelos fundos tradicionais entrega boa parte do ganho ao gestor. No Grupo VIP, o Roberto te explica como funciona, em linguagem simples. Gratuito, no seu WhatsApp.

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Precatórios Inteligentes, com Roberto Roland
Roberto Roland
Roberto Roland
Mestre em Direito Econômico. Já lecionou na FGV-RJ e no IBMEC.

Autoridade acadêmica e prática na mesma pessoa. Roberto já lecionou na pós-graduação da FGV-RJ e do IBMEC. E não fica só na teoria: como sócio da Juriativos, ele compra e estrutura esses ativos no dia a dia.

  • Mestre em Direito Econômico pela Universidade Gama Filho (2003)
  • Já lecionou na pós-graduação da FGV-RJ e do IBMEC
  • Sócio da Juriativos (operação de precatórios) e da VCZ Legal
  • Advogado OAB-RJ e membro da Comissão de Lavagem de Dinheiro da OAB-RJ
  • Mais de 30 anos entre o Direito Econômico e o mercado financeiro
30+
anos no mercado financeiro
Mestre
em Direito Econômico
2
empresas: Juriativos e VCZ Legal
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Tudo o que você precisa saber sobre esse investimento, no seu WhatsApp.

Ao entrar no Grupo VIP, você recebe, em linguagem simples, a mesma análise que os grandes investidores usam antes de colocar dinheiro nesse tipo de ativo.

De onde vem o ganho

Você compra com desconto e o valor é corrigido pela inflação mais juros. O ganho acima do CDI começa já no preço de compra.

Quem fica com o ganho

A diferença entre investir por um fundo e comprar direto — e a fatia do ganho que hoje fica com o gestor do fundo.

O que mudou na lei (EC 136)

A nova regra mudou a forma de correção desse ativo. Você entende, sem juridiquês, o que isso significa para o seu bolso.

Acesso direto ao Roberto

Proximidade com quem já lecionou na FGV e no IBMEC e compra esse ativo todos os dias na Juriativos.

Você conhece todos os tipos de investimento que existem no Brasil?

Um deles movimenta bilhões, pode render acima do CDI — e quase nenhuma pessoa física investe direto nele.

É uma dívida que o próprio Estado brasileiro reconhece e precisa pagar, garantida pelo Art. 100 da Constituição. Você compra com desconto e o valor é corrigido pela inflação mais juros. Os grandes investidores já fazem isso há mais de dez anos, por meio de fundos que ficam com boa parte do ganho — o ganho que poderia ser seu.

O nome disso? Precatório.

O que separa você desse investimento não é dinheiro. É conhecimento — e é exatamente isso que você recebe no grupo, de forma simples e direta.

A oportunidade

Pode render como um bom crédito, com a segurança de ter o Estado como devedor.

Um investimento que não sobe e desce junto com a Bolsa nem com os juros do dia a dia. O ganho vem de três coisas: o desconto na compra, a correção pela inflação mais juros, e o recebimento na fila de pagamento.

25 a 35%

Pode render acima do CDI

O ativo é vendido com desconto. Comprar por menos do que ele vale cria o ganho acima da renda fixa tradicional — sem ficar oscilando todo dia na tela.

Art. 100

Garantia da Constituição

Quem deve é o próprio Estado, por força da Constituição. A dívida de uma empresa, mesmo a mais bem avaliada, pode virar problema — como aconteceu com a Americanas. O Estado não tem balanço para esconder.

Zero

Não depende da Bolsa

Não sobe e desce com a Bolsa nem com os juros do curto prazo. É aquela peça que falta na maioria das carteiras para diversificar de verdade.

Como o ativo rende

Funciona como o dos grandes investidores, sem caixa-preta.

1

Compra com desconto

Você compra o crédito por menos do que ele vale. O ganho já começa aí, no preço de compra.

2

Correção pela inflação + juros

Desde a nova lei (EC 136/2025), o valor é atualizado pela inflação (IPCA) mais uma taxa de juros. Ou seja: protege da inflação e ainda rende acima dela.

3

Recebimento na fila

O pagamento segue uma fila pública, fiscalizada pelo CNJ. O prazo costuma ficar entre 1 e 2 anos.

Quando você investe por um fundo (FIDC), o gestor fica com uma boa fatia do ganho. Aprendendo a operar por conta própria, esse ganho fica todo com você.
Por que agora

As regras nunca estiveram tão claras.

EC 113/2021

A regra antiga, que corrigia o valor pela Selic. Hoje já foi substituída.

EC 136/2025

A regra atual: mudou a correção para inflação mais juros e reorganizou os pagamentos. Isso abriu uma nova janela de oportunidade nos preços.

ADI 7873

Ação em julgamento no STF que discute pontos da nova regra (EC 136/2025).

Todo investimento tem risco de mudança de regra. A diferença do precatório é que essas mudanças acontecem às claras, no STF — dá para acompanhar e se preparar com antecedência.

Fatos, não promessas

O investimento garantido pela Constituição mais antigo e bem mapeado do país.

R$ 130 bi
em precatórios mapeados pelo CNJ
37 anos
garantidos pela Constituição desde 1988
+10 anos
já usados pelos grandes investidores
IPCA+
corrige pela inflação mais juros

Até a dívida de empresa mais bem avaliada virou problema em 2023. O Estado, garantido pela Constituição, não tem balanço para esconder.

Os grandes investidores já fazem isso há 10 anos.
Agora chegou a sua vez.

Adicione à sua carteira o investimento que pode render acima do CDI, garantido pela Constituição.

Roberto Roland · Lecionou na FGV e no IBMEC · opera precatórios na Juriativos

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Conteúdo educacional destinado a investidores. Não constitui recomendação de investimento. Precatórios envolvem riscos (cancelamento, impugnação, capacidade fiscal do ente público, risco regulatório) abordados no conteúdo. © Roberto Roland. Todos os direitos reservados.